quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mais encerramento

Na festa de encerramento, com todos os rondonistas comemorando o bom trabalho, quase sendo expulsos no final do baile... uma última música:

Pescador de Ilusões - O Rappa!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Musica de Encerramento

Rompendo a ordem cronológica dos acontecimentos...

Vamos sentir o gostinho do fim...


Na "solenidade" de encerramento, onde as equipes tem míseros 10 min para expor o que viveu em 15 dias (intensos), na UERR - Universidade Estadual de Roraima, a maioria das equipes comporam paródias e mandaram ver...

Conosco não podia ser diferente!

então com vocês... Selva (Fada)

by LILIA

Selva, selva querida
Rondon, da minha vida
Você chegou, me incentivou
Você chegou e me transformou

Baliza, Baliza de encanto
Terra desenvolvimento
falamos em cidadania
em oficinas com alegria

vejo uma luz e Baliza mudar
Sinto a ciadade a se movimentar
vejo o Rondon transformar população
tocando no cidadão

Multiplicadores eles serão por lá
sigo educando o Balizense a despertar
Eu espero o tempo que for, colher os frutos do RODON

algo aqui me diz que as sementes ficarão,
meu contentamento é bem mais que uma emoção
Eu espero o tempo que for colher os frutos do RONDON
Eu espero o tempo que for colher os frutos do RONDON
Eu espero o tempo que for colher os frutos do RONDON
Eu espero o tempo que for colher os frutos do RONDON

uhUUhhhRRuuuuuu!!!! fiuFiu!

Baliza Forte, Baliza Esperança!
Cresce tão Linda
Como uma Criança.


Baliza Forte, Baliza Esperança!
Cresce tão Linda
Como uma Criança.

uhUUhhhRRuuuuuu!!!! fiuFiu!fiuFiu!fiuFiu!fiuFiu!Bravo!lindo!Mais um!
"


Acompanhando na viola: Fábio Lordelo e o coral dos rondonistas cansados.

Veja o vídeo:

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Atualização da Atividades

Olá, leitores do Blog do Rrojeto Rondon - 2009 - USS.

Em Razão da intensa bateria de atividades, a falta de tempo e a dificuldade da internet, a segunda semana ainda não pôde ter postada.

Mas não se preocupe pois em breve já estará resolvido.

Abraço!

Rondonistas USS.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sábado e Domingo (07 e 08/02), o fim de semana...

Juntos, misturados, porém não embolados... esse está sendo nosso dia a dia aqui na base de operações do Rondon em São João da Baliza, Sul de Roraima, extremo do Brasil.
Aqui no blog, todos nós escrevemos, ninguém domina a máquina sozinho, a nossa equipe está se entendendo cada vez mais, estamos sendo ótimos rondonistas, não temos o que reclamar.
No sábado pela manhã, houve a ultima aula do Curso de Projetos voltados ao Setor Publico, promovido pelo professor Paulo; já o restante, ficou agilizando os certificados que vamos fornecer ao fim dessa jornada.
À tarde tivemos a feira cultural na praça de alimentação da cidade, lá reunimos os artistas locais, os produtores de guloseimas e o povo em geral. Foi um belo dia, na mesma praça de alimentação, o grupo teatral fez uma apresentação por conta de nossa visita, que por sinal foi muito bem apresentada pelos meninos e meninas que compõem o grupo teatral do município.
O cansaço batia forte a nossa porta, precisávamos descansar para um novo dia que estava a nossa espera, tínhamos projetos para o domingo e terminar uns afazeres a tempo de partir para a nova atividade de domingo.
No domingo pela manhã, as seis horas da manhã, alguns de nós já estavam de pé, mas a chuva não deu trégua, ela caia sem parar sobre nossa cidade, mas o pior é que alguns jovens da comunidade queriam nos levar até o alto da Serra do Acari que tem aqui na cidade, combinamos a nossa partida as 8 horas da manhã, para nossa alegria a chuva passou e podemos partir sem nenhum problema.
As nove e meia da manhã estávamos ao pé do Monte que nos aguardava, e entra trilha, passa por porteiras e chegamos a um ponto que não havia mais terra plana, era o inicio de uma subida extrema... Cheias de altos e baixos ao nosso redor, subimos sem exitar.
A mata selvagem que estava junto conosco naquele lugar era bem assustadora, mas enfim, agarrados a cipós, subindo em árvores nativas da região, escalando pedras chegamos ao ponto mais alto de toda Baliza, de onde se vê todo vale em quilômetros. Que bela paisagem, foram aproximadamente duas horas de escalada intensa, tudo isso para se sentir livres como pássaros e livres para voar. Algo interessante de lá é que dá pra se ouvir alguns sons muito alto vindos da selva plana, eram sons de macacos (que dizem ser grandes), talvez primos de gorilas, só que brasileiros; sons de onças e jaguatiricas... Mas nem tudo são flores para os Rondonistas. Estávamos deitados na rocha recarregando nossas energias, alguns comendo chocolates garoto, outros bebendo coca-cola e outros ainda comendo biscoito recheado quando algo inesperado aconteceu, um acidente terrível, uma nuvem de cada lado da rocha, estávamos no meio, justamente onde elas se chocariam... que perigo!
Assustados, buscamos abrigo entre as folhagens, achamos um resto de acampamento, lá haviam alguns ossos, uma fogueira... talvez podem ser de alguém que também esteve entre as nuvens...
Debaixo da chuva, iniciamos nossa descida, que barato... a terra estava escorregadia, as folhas molhadas, nossas roupas nem se fala. Nossos chapéus pareciam ser de papel, ficaram moles e já não suportavam a água que caia sobre nós, durante a descida vários tombos, alguns arriscados que chegava a parar a equipe da expedição... selva pura!
Enfim chegamos a uma superfície plana, onde haviam algumas bananeiras (sem bananas), já havia passado a hora do almoço há muito tempo, estávamos exaustos...
O tempo de repente abriu e o sol saiu com muita intensidade, era tão forte que ficamos vermelhos e corados, foi onde avistamos uma superfície com vários coqueiros repletos de cocos selvagens, lá fomos nos deliciar, as pessoas praticamente se afogavam ao ver tanta água de coco... que maravilha...
Seguindo nossa trilha, chegamos de volta a nossa cidade, em direção a base de operação (a escola), a chuva parecia querer voltar... ao chegar, adivinhem se forem capazes! O almoço estava a nossa espera!!!
O POVO ALMOÇOU TÃO BEM.... mas o descanso não imperou... havia um jogo de volley na cidade, em uma quadra de areia e metade de nossa equipe foi lá se divertir e a outra, lavando roupas e promovendo outros afazeres domésticos, foi interessante... a chuva caia muito forte e mesmo assim nossos atletas estavam lá, jogando e jogando cada vez mais. Perdendo cada partida dignamente, como rondonistas de fé. As pessoas daqui jogam muito bem esse esporte. Conseguimos ganhar uma só... mas com muita sorte! Depois nos misturamos nos times e já nos integramos com todos. Primeiro um sol escaldante... depois uma chuva que parecia um dilúvio. Depois travamos num peixe delicioso. Tudo de bom.
A noite tivemos jantar, um delicioso Tucunaré, peixe típico dos rios amazonenses... estava bom demais da conta.
Por volta das 9 da noite, os jovens da comunidade, com seus instrumentos musicais, vieram nos prestigiar na Escola Padrão, essa que estamos hospedados, vieram fazer um lual, o tempo estava bom... a musica estava gostosa, mas nós todos praticamente fomos dormir por conta do cansaço.
Agora estamos iniciando a segunda semana de atividades, será uma semana bem extensa, o tempo agora passará bem mais rápido... precisamos ir pra executá-las, depois voltamos pra contar nossas aventuras onde na qual entre os mortos e feridos salvam-se todos...

Sexta-feira, dia 06/02

Que dia interessante, hoje nossas atividades já entram num processo final, sentir o reconhecimento das pessoas é muito bom, ontem à noite, após encerrarmos nosso dia, fomos nos divertir a um baile daqui da cidade, era um forró, lá fomos aprender a dança típica da região e como que se dança esse ritmo quente, ver a sensualidade desse povo é bem interessante. Os cariocas possuem uma fama de ser um povo solto, com ritmos quentes, mas garantimos que dançar o forró daqui é bem complicado, até o povo da Bahia se embaraçou.
Chegando ao forró, algumas pessoas estavam do lado de fora e outros, já dançando lá dentro, chegamos de mansinho e, quando nos vimos, já estávamos dançando bastante (tentando dançar), o calor era tanto que suávamos as camisas... foi um momento pra tirar tensão e o stress criado durante as oficinas, não demoramos, ficamos pouco e após curtir um bom batidão, acreditem, entrou um funk no forró, até CRÈU fizemos o povo daqui dançar. Rsrsrsrs
A noite de sono foi maravilhosa, o corpo pedia algo desse tipo...
Mas voltando as atividades de hoje, à tarde as oficinas de papel reciclado e de produção de sabão bombaram... Pena que uma das produções de sabão não deu certo. Né Mary!?
Que barato... O BIM (Boletim Informativo Municipal) enfim, sendo editado e lançado; o pessoal da equipe da criação de cooperativas se sentindo valorizados; os alunos do curso de projetos montando seus projetos e os colocando em prática.
À noite, improvisamos um bate papo com as donas de casa da região, o assunto era economia doméstica, Renan com a ajuda de Patrícia e Mariana, junto a mais de 30 mulheres da região, inclusive das vicinais (zona rural) da cidade utilizaram da técnica da auto-motivação de cada uma dentro das casas, dentro da família, interessante perceber que as pessoas daqui se sentem pouco valorizadas.
Ah! Sabem quem esteve aqui em nossas oficinas hoje? Pasmem... ficamos extasiados com tamanha pessoa e que nome... JOSÉ WILKER, pois é, ele mesmo, e ainda trouxe seu primo, Zezinho. Essas são as diversas culturas do Brasil minha gente!!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Quinta-feira, dia 05\02

Aqui no blog todos nós escrevemos, ontem foi um dia bem intenso, pois todos nós tivemos atividades pela manhã, tarde e noite. O sol pela manhã estava bem tímido e quando saímos para a nossa caminhada matinal, percebemos que poderia chover a qualquer minuto durante o dia. E de fato, foi um dia que choveu bastante, ao contrário dos outros dias que pouco choveu, ou nem sequer choveu; interessante que a chuva cai do nada, o tempo nem escurece, simplesmente dá aquele temporal. Chovia tanto que as pessoas daqui já estavam agasalhadas, e nós, suando horrores...
Pela manhã, nossas atividades foram hiper produtivas e, bem próximo ao almoço, João Pedro, com sua esperteza bem parecida com a do Chapolim Colorado descobriu uma raquete que mata mosquito (dessas que dão choque) e foi em busca da mosca perdida; mata moscas daqui, eletrifica outras ali... até que pedimos para ele parar, afinal de contas o coitado iria cansar de tanto matar as bichinhas! Mas ele disse que só pararia quando não existisse mais nenhuma. Acho que nossa equipe vai voltar sem ele pra USS, ele provavelmente vai ficar matando mosquito o resto da vida... rsrsrsrs
Ao almoçar, novamente com um cardápio variado, acreditem, tivemos torta de legumes e suco de cupuaçú, mas o melhor ainda estava por vir, um SORVETE caseiro com o sabor da região amazônica: O cupuaçu (de novo), nossa, que delícia!!!
Sem cerimônias, fomos aos nossos alojamentos para descansar um pouco, lá dormimos feito anjos, mas, as cornetas tocaram e Capitão Vial,o camarada que está coordenando a operação, desceu de pára-quedas em nossa base. Conheceu nossa equipe mais de perto, ouviu nossas alegrias e compartilhou o sentimento de estar numa operação dessas. Parecia estar bem feliz, mas o dever nos chamava e a ele também, nos despedimos e ele foi em busca do reino de Rorainópolis, onde possui outra equipe do Projeto Rondon e nós para a produção de oficinas.
Essas oficinas vespertinas foram muito legais também, a chuva que ora esta lá, ora estava aqui serviu de inspiração a três rondonistas que propositalmente, tomaram banho de chuva... Renan não conseguiu se conter diante da dupla Monaliza e Augusto (Ambos da UESC – a outra equipe que está na operação conosco) que já estavam de acabando na água que caia do céu e entrou debaixo da chuva, foi a sensação do momento!
Mais chuva, aí sim ela veio pra valer, e a luz, se foi... reunidos no pavilhão central da escola padrão, batemos altos papos enquanto Roberto, deitado na mesa, não acordava de jeito nenhum, até que quando se levantou, foi direto pro alojamento e terminar sua linda noite de sono, é o cansaço batendo...
Ao final da tarde, quase 19:00, descobrimos que o lanche não chegou. Os ingredientes que havíamos pedido para não precisar fazer janta, nem saíram do mercado.
Solução: O pessoal foi para a cozinha e mesmo sem luz, Paulo descascou os legumes, fez o arroz e etc... a galera caiu dentro e desenrolou a situação.
Enquanto isso, caía uma tempestade de fazer Noé tremer nas bases. Cada gota da chuva pesava 1k. O barulho da chuva no telhado da escola era ensurdecedor e aumentava e diminuía.
A luz voltou, junto com ela a população e as oficinas recomeçaram.
Depois da chuva, a mulherada apareceu em peso, para a Oficina de Economia Doméstica onde Paulo, Patrícia e Renan conduziram muito bem a roda de conversa que proporcionou ares de futuro para essas guerreiras.
Quando acabaram-se as nossas atividades, exaustos e com aquela chuva gostosa o pessoal estava querendo dormir e relaxar, mas algo nos impulsionava e fomos (alguns de nós) parar em um forró! O forró foi ótimo, deu pra rir bastante e em plena meia noite, estávamos dançando e nos divertindo, aprendendo os passos da região, as danças típicas e vendo como as pessoas daqui são em seu dia a dia.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Quarta-feira, dia 04\02

Sabem gente, hoje foi um dia bem legal, as coisas vão acontecendo numa rapidez tão grande que quando nos deparamos, estamos completamente emocionados. O cansaço começa a bater em nós, mas a motivação nos mantém de pé. Acordamos, fizemos nossa caminhada matinal e depois começamos a fazer as nossas atividades como já de costume. Ao almoço, hoje com um cardápio diferenciado dos outros dias, e que por sinal estava uma delícia, era “strogonoff” com direito até a banana chips frita. Após a oficina da comida, fomos a maioria para o alojamento masculino, que por sinal estava com uma temperatura muito agradável (Salvem o inventor do ar condicionado de novo!), e lá mesmo, conversamos como de costume, e dormimos... caímos no sono que teve gente que tirou fotos e nem viu de tanto sono que estava, né Renan!? Mas então, às 14 horas todos levantamos correndo e voltamos à nossas atividades... tudo correu tão bem...
Por volta das 17 horas, quando já encerrávamos o turno, o pessoal da UESC (a outra equipe que está na base conosco) nos chamou, pois havia um delicioso lanche em uma das oficinas e queriam muito a nossa presença; chegando lá, bate papo daqui, conversa dali e começaram os discursos, Vinícius, acadêmico do curso de Medicina da UESC foi o primeiro a falar, na terceira palavra todos nós estávamos chorando rios de lágrimas, a vontade de chorar de emoção era tanta... Falamos sobre o sonho de estar ali, do desejo que agora já era concretizado...
Os dias estão se passando, e está tudo ficando muito claro, está sendo uma verdadeira aula, que sala nenhuma e professor nenhum pode nos ensinar e proporcionar. Estar com as pessoas é muito bom, sentir o próximo é muito legal; sabem de uma coisa? O dia a dia daqui é bem diferente do nosso, mas temos as mesmas angústias e os mesmos problemas, principalmente se tratando da administração pública. Ver o sorriso nos rostos das pessoas e das crianças também é uma verdadeira escola de vida, nenhum de nós voltará da mesma maneira que veio. A selva (como carinhosamente chamamos nosso espaço, e que virou grito de guerra de todas as equipes de Roraima) é ótima... A comunidade tem feito de tudo pra nos agradar e a cada oficina e curso, as lágrimas rolam só pelo fato de saber que estamos acima de tudo realizando sonhos e construindo lições e estímulos para se motivarem e lutar pelos seus direitos e deveres como cidadãos e pessoas. Esperamos sinceramente que os colegas de classe um dia passem por essa experiência como nós estamos passando e vivenciando, mas reviver é sempre uma nova escola. Podemos dizer que esse dia de hoje foi um dia de grandes realizações sem exceção. Agora a noite, fizemos uma coisa muito boa, proporcionamos em uma de nossas oficinas um grande telão na quadra de esportes da escola, temos a idéia de que essa foi a primeira projeção em tamanho de tela de cinema na cidade. Alguns de nós também hoje conversaram com o povo daqui, tiramos algumas duvidas da região e descobrimos um coisa bem legal: Quando se abre a torneira e a água faz redemoinho no ralo, ele gira no sentido anti-horário, ao contrário dos lugares no hemisfério sul. Fiz o teste na pia... a Daisy teve que ir averiguar essa situação e João Pedro ficou todo bobo ao descobrir isso. O quarto masculino além de ser ponto de encontro por conta da temperatura, possui uma curiosidade, já havíamos percebido que o João Pedro está hospedado no canto da sala de aula que chamamos de quarto e em cima de seus tecidos árabes e tapetes persas, há uma escritura colada na parede, que dizia: “Cantinho da Leitura”, mas ao tomar banho, João Pedro percebeu que algo havia mudando em seu canto, a escritura mudou-se, agora é “Cantinho da BAGUNÇA”, pois é, acreditem, aquilo está um ninho que nem ele próprio se encontra, mas essa bagunça não é de hoje não, ela já vem crescendo ao longo dos dias... e de lá saem as mais variadas sobremesas. Hoje encontramos lá uma pasta de chocolate e avelã, estava muito bom, comemos tudo. O calor ainda é intenso, mas o povo está dizendo que estamos no inverno, imaginem o verão.
Hoje estamos mais introspectivos, algumas dúvidas estão surgindo ao longo do dia, mas que são sanadas rapidamente, continuamos rindo da mesma forma, mas escrever hoje está complicado, o sono está incontrolável.
Ah! O jantar estava ótimo... cachorro quente! Idéia da equipe que motivou o cardápio. Estava ótimo, todos comeram...
Amanhã voltaremos e pedimos a vocês uma coisa, divulguem nossa estrada da vida por aqui, mandem recados pra nós, afinal de conta, precisamos dessa energia positiva de vocês. Beijos pra quem é de beijos e abraços a quem é de abraços...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Terça-feira, dia 03\02

Pela manhã, as atividades estavam rolando solto. O povo estava animado com as nossas atividades... Foi bem produtivo, as meninas do local davam em cima do anjo e em cima de um membro de nossa equipe... Não choveu, mas o calor estava lá, e na hora do almoço uma beleza.
Após o almoço, em um dos alojamentos, metade de nossa equipe se juntou... a conversa foi bem legal, os assuntos eram os penteados da galera em Boa Vista que também estavam na base, a recepção para as meninas, os “absorventes”, a calcinha rosa no banheiro masculino, os altos chocolates e a dieta da Mariana. O Sgt. Mothé ( anjo ) se divertia, rimos muito, de coisas que vocês nem imaginam.
Um minuto de silencio pra quem inventou o ar condicionado... salvem o ar condicionado! Estava muito boa a temperatura lá dentro.
A caminhada que houve na manhã deste dia (pois é, combinamos fazer uma caminhada todos os dias pela manhã bem cedo), foi bem legal. Quem foi partilhou, mas ao mesmo tempo falava de comida (Pra que adianta fazer caminhada, acordar cedo e comer horrores?)
Mothé nos ensinou a tirar (verbalmente) a pele de galinha, Mariana pra variar ficou assustada. É um processo de descamização da galinha.
Vocês não sabem de uma coisa, João Pedro estava doido pra mamar... que coisa esquisita não!? Mas era leite condensado, pois na mala dele tinha 3 latas de leite moça, o leitinho do João... rsrsrsrsrsrs
Só saía besteira de nossa roda de conversa.
Voltamos a nossas atividades...
A tarde, que engraçado, Paulo e Renan foram à Radio da cidade para uma entrevista, a rádio é minúscula, quando você entra, já entra no estúdio de gravação, enquanto se grava, o povo é atendido, se faz manutenção de computadores e etc. depois, Paulo e Renan procuraram uma lanhouse, gente, outra comédia, o blog não pode ser atualizado porque a internet não suporta nem email... ela só serve pra ler alguma coisa, mas alguma coisa mesmo, a nossa sorte é que aqui na escola possui um telecentro que de vez em quando funciona, aí é o delírio da galera quando funciona. rsrsrrj
Enquanto isso, recebemos a visita de 3 índios em nossa base de operações ( o colégio ). O Chefe, Tartaruga Veloz e mais dois chamãs, Fumaça Verde e Morcego Babão vieram acertar nossa visita na próxima semana. Trouxeram 2 litros de Santo Daime como um presente de boas vindas. Segundo a tradição, teremos que levar algo de mesmo valor ao visitá-los na aldeia. Talvez uma caixa de Stella Artois.
Enfim, nossas atividades estão indo bem, a tarde os colegas que estiveram na escola com suas oficinas e palestras ficaram bem felizes com a participação da comunidade. O sol está escaldante, na rua a claridade faz doer a vista e o povo nos reconhece de longe, somos um sucesso junto com o povo de Baliza.
A noite tivemos uma séria reunião, nossos professores estavam fazendo caras e bocas, nós estávamos exaustos... só que de tanto rir! Gente acreditem, Mothé e Roberto querem dominar a cozinha, afinal de contas, o cardápio defasou né! A formação do novo cardápio foi uma comédia, os pratos da culinária italiana eram os mais procurados e falados. Chegamos a um consenso de que poderíamos trocar os jantares por bombons todas as noites. Que tal? Alguém quer um pedaço?
Tomate com pimentão e tomate – para a torta de legumes.
Uma água de coco é boa também para servir junto aos pratos, ela está Mara! Geladinha, nem sabemos o que fazer com tanta água de coco neste lugar. O Paulo perguntou se nós temos forno. E continuando nosso assunto e o nosso cardápio, alguém sugeriu FAROFA, é mesmo, uma farofa cai bem nessas horas... Eita povo farofeiro!
De uma hora pra outra, uma pergunta: “O boi é todo nosso?”, tinha que ser Renan perguntando sobre notícia passada.
Tem forno? Paulo perguntara pela quarta vez assim, em pequenos intervalos, que coisa não!? Mas não paramos por aí, o assunto era bem sério e entramos em um assunto delicado, dinheiro... O banco está cheio o dia todo, não esvazia hora nenhuma, mas é cheio de mato, e o mato, está pelo lado de dentro! Talvez seja por isso que nosso anjo não possui dinheiro, não é possível que isso acontece... logo com um militar com medo de mato! Kkkkkkkk
Semana que vem, vamos visitar uma aldeia indígena, Roberto deu uma bela sugestão, de ensinar a eles a maneira de lavar roupa, algumas situações nos pedem atitudes extremas, e inventar uma máquina de lavar roupas nessas horas é imprescindível. Vamos ensinar a vocês como fazer caso também a luz acabe. É assim: Pegue um latão de lixo, desse de metal e de preferência bem higienizado, faça um buraco em cima e coloque suas belas roupas com os magníficos produtos de limpeza, ou seja, sabão; e no buraquinho de cima que acabastes de fazer, bombeie com uma bomba de pri - va - da. Fica limpinha! Ele garante!
Realizem a cena agora: um índio, a beira de um rio, lavando suas roupas e de uma hora pra outra, você enxerga apenas a sombra dele bombando alguma coisa no meio do matagal.. credo! Pare de pensar... rsrsrs
Mas aqui, que roupa, se índio vive quase que sem elas!? Rsrsrsrrs
Ah! e pra completar o assunto, que a Brastemp não descubra essa técnica de lavar roupas né, porque as donas de casa irão ficar hiper malhadas por um baixo custo! E baixo custo hoje em dia é primordial.
Agora só falta buzina pra foguete depois de ouvir isso tudo.
Mas voltando à nossa culinária, o nosso anjo (Sgt. Mothé) perguntou a Roberto, seu colega na cozinha se ele sabia fazer Canelone, todo embaraçado, respondeu, mas mesmo assim Mothé fez uma verdadeira aula, quase que expositiva que deixaria até Ana Maria Braga de boca aberta. E pastel de ovo? Quem já comeu? Tem a gema mole! Essas coisas de militar viu...
Para as bebidas, sugerimos sucos locais, um deles é o suco de acerola, mas peraí, a acerola daqui é diferente! Será que é de outra forma, talvez do tamanho de uma melancia? Ou no formato de um abacaxi? Mas não, ela só é um pouco mais pigmentada do que as nossas, parece ser mais avermelhada.
Mudando de assunto, havia uns sons vindo do lado de fora, sons estranhos... ai ai ai! Ui ui ui! Mas era da oficina de teatro.
O que é pupunha? Será que é o ato de por alguma coisa diversas vezes?
Agora outra: imaginem uma minhoca com leite, nossa que perigo! Mas calma, é um prato típico da região chamado Tapuru.

Segunda-feira, dia 02\02

Levantamos cedo, alguns de nós saímos em caminhada e corrida pela city. O povo chegava na escola padrão, que é o lugar onde estamos hospedados e, começou os trabalhos. Fizemos uma cerimônia de abertura, com a presença das autoridades locais, a direção da escola padrão (essa que estamos) e as pessoas do lugar. Do nada entrou um pick-up e desceram os homens com facão e foice, penduraram umas garras na árvore e abriram a porta da caçamba, tinha um boi lá dentro morto e o limparam e dividiram as peças na nossa frente, era o nosso almoço chegando.
Almoçamos e em seguida começamos a preparar as nossas atividades. A chuva caiu do nada, alguns de nós estavam na rua e outros, caídos ao chão preparando os cartazes e etc.
A noite acabou a luz, e o calor aumentou, os mosquitos adivinhem se quiserem: caíram matando em cima de todos e todas. O Roberto fez a atividade mesmo assim, no escuro. Mas a luz voltou e ficamos felizes...

Domingo, dia 01/02/2009

Ás 6 da manhã tocou a Alvorada e todos se levantram, um novo e belo dia, mas com muitas carinhas de sono ainda. Acordar em quartel militar é uma experiência interessante, no mínimo curiosa para quem nunca visitou um lugar desses. Fomos todos tomar um delicioso e por sinal muito chique café da manhã, de fazer inveja a muitos hotéis, com muitas variedades de pães, bolos, frutas, sucos, etc.
As 8h30min fomos conduzidos para a UERR - Universidade Estadual de Roraima, onde aconteceu a cerimônia de abertura do Projeto Rondon. Contamos com a presença de várias autoridades, dentre elas o Governador de Roraima, Engenheiro José de Anchieta Junior que confessou ter sido rondonista em sua época de faculdade. Palestras, aplausos, mais palestras e mais aplausos, até que retornamos ao quartel para o almoço e embarque das equipes ao destino final. Nosso almoço era bem farto, tinha tudo muito gostoso, rolou ate sorvete como sobremesa, ganhamos um presente de nossos amigos militares, uma caixa de guloseimas pra nos divertirmos durante a viagem. E corremos rumo às nossas malas pra pôr nos ônibus. E vocês não sabem da maior, nossas malas viajariam em outro carro, os rapazes, felizes da vida colocaram as malas neste belo carro que minutos depois foi informado que não iria pra “Baliza” como é carinhosamente conhecida pela população local, por isso pegamos elas novamente e empurramos ônibus a dentro.
Chovia e tinha sol ao mesmo tempo... paramos em um posto de gasolina para um pit-stop. Caímos na estrada ao som de Victor e Léo caminhando e cantando seguindo à missão. Tempos depois, mas tempo mesmo, passamos pela pequena cidade de Mucajaí, nem paramos e só fomos parar em Caracaraí para que a equipe que também estava conosco descesse. O Rondon já começou gente! Seguimos nossa viagem, observando a paisagem local que é belíssima, a estrada é do tipo Route 66, aquelas famosas dos filmes de Hollywood, não tinha ninguém nela, ainda bem que nosso ônibus estava sendo estreado por nós e não corria o risco de quebrar, era 0 km! rsrsrsrs.
Até conversas sobre mapa rolou no ônibus, descobrimos que a cidade que nos aguarda é muito bonita e agradável.
As vacinas estão em dia? Esse foi o papo por muitos minutos em plena estrada, nossos anjos (os militares que estão nos acompanhando na operação) realmente são uns anjos, nos dão todas as informações necessárias.
Um acidente também rolou dentro do carro, olha, a Mariana sentia pingos d'água caindo sobre ela, e depois uma maçã voadora a acertou.
Como o Brasil é grande, andamos muito... e nunca chegava. Tinha sempre um que perguntava: “Já está chegando?” ou então: “Falta muito?”.
“Outra ponte!, ah mas esta é pequenininha” disse a Patrícia, era o Rio Paraúna. Aff... Que comentário!
Mas a estrada ainda era longa, muito longa... e anda e anda e nunca chegava, até que paramos em um posto de gasolina que parecia abandonado, mas era ativo na região. Por um minuto achamos que tínhamos chegado em nosso destino, mas dali ainda viajaríamos cerca de 30 km ate chegar, advinhem onde: em Rorainópolis, isso mesmo, Rorainópolis. E depois disso, ainda tínhamos mais 2 horas até na Baliza. Chegando em Rorainópolis vimos um problema da região... a cidade estava às escuras devido ao racionamento de todo sul de Roraima, e que a equipe de lá que nos perdoem, mas soubemos depois que lá não tinha luz porque nossa cidade estava totalmente iluminada a nossa espera. A luz foi desviada de Rorainópolis para Baliza devido a nossa chegada. Não havia ninguém os esperando naquela cidade escura e quente... entramos de novo no nosso busão e caímos na estrada, e que estrada maravilhosa, era um buraco depois do outro, paramos várias vezes, ate que uma delas a parada foi brusca, tudo parou, a luz acendeu e alguém gritou: “Um Jacaré !!!”. Todos se amontoaram juntos ao parabrisa, para ver o pequeno réptil, quando de repente, passa o Roberto despencando pela escada com a máquina fotográfica na mão. O tombo espantou o Jacaré que fugiu achando que seria pisoteado por aquele mamífero atrapalhado.
Voltamos a estrada e mais tempo na escuridão, e finalmente chegamos a São João da Baliza, era mais de meia noite. NOVE horas de viagem. As pessoas que nos esperavam, já haviam ido embora, que vergonha! De fato na nossa cidade tinha luz e parecia profecia. Lá não havia a queda de energia por conta de nossa magnífica chegada. Na escola estavam a secretária de educação e a sua equipe cansados de nos esperar, só queríamos uma coisa, dormir e esticar o corpo. Graças a Deus chegamos vivos...
Uma ótima notícia é que nossos alojamentos têm ar condicionado!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Diário de uma expedição ao Rondon

Depois de muitos encontros e discussões, chegamos ao grande dia, decolamos e enfim, estamos no ar. O objetivo está muito próximo: levar conhecimento e aprender com essa experiência única de vida.
Concentramo-nos no Colégio de Aplicação para a grande viagem; uma noite de muita ansiedade. Alguns de nós dormiu e teve um sono bem profundo, já outros sem conseguir dormir, bateram papo até as duas e vinte da madrugada, era uma noite de grande expectativa, logo depois, às 03h 40min fomos acordados pela rondonista Mariana que ate então não estava conosco, e assim fomos nos produzir para a longa viagem.
Descemos a ladeira histórica com pedras postas por escravos com nossas grandes e pesadas bagagens em direção a tesouraria e reitoria onde embarcamos no ônibus às 5 horas da manhã, acreditem, às cinco da manhã mesmo! E fomos rumo à Base da FAB, localizada no Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. Empacota material didático daqui, arruma mala dali e tudo pronto. Uma viagem tranqüila e rápida. Por volta das 7 horas já estávamos dentro da base olhando pra nossa aeronave, conhecemos uma outra turma de rondonistas da Estácio de Sá.
Check-in normal e sem muitas preocupações, um pouco de espera. O avião da FAB C99-A – Condor (jato) estava sendo preparado para seus primeiros passageiros que por sinal eram nós! Os militares da FAB muito atenciosos; Tudo perfeitamente bem, é chegada a grande hora: a decolagem. Medo, ansiedade e expectativa aumentam, principalmente para quem iria realizar seu primeiro vôo: Mariana, João Pedro e Patrícia; e quando o relógio marca 08h15min o sonho começa.
Ao chegar ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, o famoso COFINS de BH finalmente conhecemos a turma da UESC da Bahia, companheiros que só conhecíamos virtualmente por Orkut, MSN e e-mails. Nossos amigos estarão no mesmo município que nós lá em São João da Baliza, no estado de Roraima. Naturalmente o primeiro impacto foi, por assim dizer tímido, Mas aos poucos houve uma enorme integração. Festa! Violão, música e o começo da troca de experiência.



Juntou-se a nós o pessoal da UniVale e da Fundação João Pinheiro, ambas com destinos à outras cidades de Roraima.
Nova decolagem com destino à Base Aérea do Cachimbo no Pará onde apenas iríamos abastecer, mas no meio da viagem, em pleno céu e a todo vapor, um aviso: “Nossa aeronave está com uma pane hidráulica e faremos um pouso em Brasília e regularizar nossa situação”, o avião sacodia, o povo começou a rezar e a tripulação enlouqueceu... Quem dormia, acordou e perguntou: “O que houve?” o chão tremia. Chegando em Brasília, um calor danado, estávamos muito famintos, e um monte de calangos naquele sol dando sopa, sem comida... comemos PIZZA! Um delicioso rodízio dentro da própria base aérea, um sucesso e todos ficaram com inveja. A felicidade voltou a reinar entre todos. Mas ainda havia muito tempo pra esperar, porque chegamos ás 13 horas, o avião novo (acreditem, o que estávamos, o nosso lindo jato, não tinha conserto) só chegaria às 17 horas. Faltando 10 minutos, aterrissou um belo avião, enorme e bonito, era o famoso sucatão... Mas era engano! O avião era o atual do presidente Lula, e não era nosso. Mas achamos que o presidente não estava lá. Em seguida o nosso avião chegou e embarcamos de novo, nos sentimos em casa de novo voando pelos ares do Brasil.

Vôo tranqüilo, todos apagados e destruídos de cansaço só que não acabou por aí, descemos na base aérea militar de apoio estratégico do Cachimbo, era um lugar no meio de muito, mas muito verde que fica no sul do Pará, eram 19h40min (horário de Brasília). Infelizmente não fomos autorizados a desembarcar da aeronave, abasteceram o avião rapidamente e decolamos novamente. Essa parada foi suficiente para animar o pessoal e começar a festa no jatinho. Uma festa diferente, uma festa bacana e contemplativa. E lá fomos nós de novo...
Anoiteceu e não foi possível visualizar a famosa floresta amazônica. Duas horas e meia depois estavámos avistando Boa Vista – capital de Roraima. Como era noite a cidade estava toda acesa, foi linda a visão do alto. Um detalhe reparado por nós foi a disposição dos quarteirões da cidade, todos planejados e justapostos, é uma cidade sem muitos prédios, composto basicamente por residências e lojas baixas.
Pousamos suavemente e desembarcamos, fomos recepcionados por um fotógrafo militar que nos conduziu para a sala de passageiros ás 22h no horário de Brasília, sendo 20h no horário local. O capitão Vial nos recepcionou e deu as coordenadas necessárias para a organização até uma outra base militar. A nossa equipe se organizou exemplarmente para a coletagem das malas do avião. Dividimos o trabalho e superamos o cansaço de uma viagem de 16h. Rapidamente transportamos nossas malas até o caminhão do exercito e nos dividimos: homens para um lado e mulheres para o outro. Os homens foram para uma pick-up muito maneira e as mulheres foram em uma van rumo aos alojamentos, onde nos estalamos, tomamos banho e fomos conduzido à festa.
Comida boa, 3 tipos de salada, 3 carnes diferentes, arroz e farofa, som com muitos decibéis, rica iluminação, mas um DJ fraco demais. Umas músicas muito sem noção, bastante conhecidas porém ruins. Tiveram algumas que nunca tínhamos ouvido. Mas a noite foi boa, se não fosse a louca vontade de dormir de todos. Pegamos o ônibus que estava a nossa disposição e fomos dormi, pois tínhamos que acordar cedo. Éramos 40 rondonistas dormindo em cada alojamento.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Projeto Rondon 2009 - São João da Baliza - Roraima

Entre os dias 31 de Janeiro a 13 de Fevereiro estará sendo realizada a operação Centro-Norte do Projeto Rondon no estado de Roraima, na pequena cidade de São João da Baliza pelos estudantes Universitários da USS - Universidade Severino Sombra, do Curso de Gestão de Serviços Públicos.

Equipe Liderada pelo Prof. Paulo Pereira,

Assistenciado pelo Prof. Roberto Primo.

Composta pelos acadêmicos:

Renan Maciel -
Mariana Cristina -
Daisy Vaz -


João Pedro Goulart -
Patricia Nogueira -

O Projeto Rondon é um projeto de integração social coordenado pelo Ministério da Defesa e conta com a colaboração da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação – MEC. O Projeto envolve atividades voluntárias de universitários e busca aproximar esses estudantes da realidade do País, além de contribuir, também, para o desenvolvimento de comunidades carentes.
O Projeto empenha-se em desenvolver a capacitação de organizações da sociedade civil na defesa dos direitos de cidadania, como também, a capacitação de educadores do ensino fundamental para a prática de leitura. A produção de textos e atendimento a portadores de necessidades educativas especiais e a organização de implantação de atividades comunitárias solidárias também são destaques no Projeto. Os voluntários preocupam-se, ainda, em orientar o desenvolvimento da agricultura familiar, bem como, colaborar na elaboração de projetos que atendam à infra-estrutura municipal, em particular nas áreas de saneamento básico e de meio ambiente.
Desde sua criação, em 11 de julho de 1967, o Projeto realizou várias atividades de cidadania, bem-estar, desenvolvimento local, sustentável e gestão pública. Com isso, houve o aumento da área de atuação e muitas comunidades foram beneficiadas com os serviços sociais. Amazonas, São Paulo e Paraná estão entre os estados beneficiados.
Nossa Universidade tem participado desde janeiro de 2006, tendo enviado equipes ao Tocantins, ao Maranhão, a Bahia, ao Amapá, ao Mato Grosso, ao Piauí, ao Pará, Rio Grande do Sul e agora em Roraima.
Mas, mais que participar, a USS tem se destacado em suas participações, tendo sempre conseguido realizar as atividades a que se propôs, e levando o seu nome aos mais distantes municipios do nosso Pais.
E agora , é nossa vez. Vamos nos esforçar, e dar o melhor de nós. E não pensem que vamos ensinar nossos conceitos as pessoas que conheceremos. Tenham certeza, vamos aprender muito sobre a vida, a necessidade, e sobre o Brasil.
Não seremos os mesmo quando voltarmos. Seremos melhores. Melhores alunos. Melhores profissionais. Melhores pessoas. Melhores brasileiros.